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5 dicas para lembrar o que você aprendeu em inglês (e na vida)

11/10/2018
Tempo de leitura: 3 minutos

Se você chegou até este texto (e não é parente ou amigo de ninguém aqui da equipe – caso contrário, beijo, mãe!), deve estar com uma dúvida que muitos alunos têm ao sair da aula: “tá, mas como eu vou me lembrar disso tudo que acabei de aprender?”.

É uma pergunta muito boa – até já falamos sobre assimilar vocabulário em inglês por aqui -, mas organizamos uma lista com mais dicas porque, afinal de contas, listas são um dos melhores jeitos de memorizar coisas!

Aprender é diferente de apreender

Você pode aprender um monte de coisas todo dia. Estamos na era da informação; basta um clique para descobrir algo novo. Apreender, por outro lado, é assimilar, ou seja, mostrar ao seu cérebro que aquela informação é preciosa e vai ser usada depois. Para assimilar o que aprendeu, você precisa provar para o seu cérebro que o inglês é relevante.

Para apreender, tem que criar conexão

E como uma coisa se torna importante? Quando você tem vínculo com ela. Você pode querer aprender inglês por qualquer motivo – mas, quanto mais laços tiver com a língua, mais fácil vai ser. Falamos disso também sobre pensar em inglês, olha lá. Música, filme, série, livro, tudo isso não apenas ajuda: é a porta de entrada para enxergar padrões e se acostumar com o inglês.

Ah, e revisar o que você acabou de ver em aula também ajuda muito! Com isso, você tira o aprendizado da memória a curto prazo, que é usada para captar informações na hora, e o inglês passa a ocupar a sua memória de longo prazo. Isso vale para tudo que você aprender. É quase um hack para o seu cérebro. 😉

Conexão se cria com padrões e histórias

A ciência dá uma ajudinha nisso também: é comprovado que aprendemos melhor por clusters, ou seja, agrupamentos de temas ou ideias. Mais importante que saber o exato oposto de todas as palavras que você conhece (como hello e goodbye, hot e cold) é aprender a usá-las em um contexto lógico, como uma história ou uma frase. Uma boa dica é estudar por assunto, em vez de focar em uma ou algumas palavras soltas por dia.

(Ó, segredo: esse é um dos motivos pelos quais trabalhamos com aulas temáticas no nosso curso. 😉 )

Depois de apreender, desmonte

A verdade é que o inglês é uma língua com muitos padrões e regrinhas. Lembrar todos pode ser um desafio, e é aí que entra nossa última dica: montar e desmontar expressões. É mais simples do que parece. Como chamamos um dia ensolarado, por exemplo? Sunny, ou seja, “sun” (Sol) + “ny”. Um dia de chuva? Um “rain (chuva) + y day”.

Sabendo identificar o miolo das palavras, você mata a charada dos padrões do inglês. Procure expressões que escondem outras dentro delas. O português tem uma vantagem: dividimos muitas palavras do latim com os gringos, então, muitos termos em inglês têm raízes iguaizinhas às nossas.

Para internalizar, tem que trabalhar

Um dia, o inglês vai ser muito natural para você. Mais do que memorizar regras, você vai saber como pensar no idioma. Mas isso vem com tempo, dedicação e muito contato com a língua. Ouça, fale, use o inglês no seu dia a dia. Torne essa prática um hábito, e ela vai deixar de ser hábito: o inglês vai passar a ser parte de quem você é, do que aprende e consome no seu dia. Sem decoreba. 🙂

 
Claudia Fusco

Claudia Fusco

Redes sociais e conteúdo são minha paixão – assim como naves espaciais, criaturas fantásticas, literatura e cinema. É, sou uma jornalista com um pé na ficção científica; até fiz mestrado sobre esse tema em Liverpool, a cidade mais legal do mundo! Acredito que aprender novos idiomas pode abrir portas para a imaginação e para uma vida incrível. Vem com a gente! ;)
Claudia Fusco