Superstições internacionais com números

Você pode já conhecer alguns números em inglês, mas conhece as histórias supersticiosas sobre eles? Aliás, você é supersticioso quando o assunto é número? Se for, vai ver que não está sozinho. No mundo todo, as pessoas evitam certos números e preferem outros.

Vamos do menor para o maior:

3 – three
Seguindo os britânicos, passar por cima de três bueiros dá azar. Dois, tudo bem, mas três, nem pensar!

4 – four
A maioria dos números associados ao azar é ímpar. O quatro é uma exceção. Muitos creem que ele dá azar por ser o resultado da soma dos algarismos do número 13.

7 – seven
Sete é considerado sorte no Reino Unido, nos EUA, na França e na Holanda, porque é cercado de coincidências. Deus criou o mundo em 7 dias, a semana tem 7 dias, há 7 maravilhas no mundo. Na China, porém, o número é considerado azarado, já que o sétimo mês chinês é quando os portões do inferno se abrem, e os mortos andam entre os vivos.

13 – thirteen
Este número é mal visto quase no mundo todo, coitado – com exceção da Itália. Muitos creem que isso começou porque havia 13 pessoas na última ceia. Nos EUA, a superstição em torno dele é tão grande, que algumas linhas aéreas do país não têm assentos com o número. E há arranha-céus construídos sem o 13º andar.

87 – eighty-seven
Este é considerado azar na Austrália. Em especial, no jogo de críquete. Aliás, mais um que pode ser associado ao 13 (se somado a 13, chega a 100). Quando um batedor chega ao 87, os locutores comentando o jogo dizem que ele chegou ao Cricket Devil’s number (número do diabo no críquete).

666 – six hundred sixty-six
Outro que todos consideram de azar, ele é o número da besta. Os três algarismos 6 seguidos invocam superstição por causa do livro da Revelação, na Bíblia. Além de ser ligado à besta, é também um número associado ao fim do mundo.

Agora, é sua vez: conte para a gente se você é supersticioso com números. Qual é seu número da sorte?

Escrito por Stephen Grennan

Stephen Grennan

Stephen é da Irlanda, onde começou a ensinar inglês. Foi lá que ele conheceu sua esposa brasileira, Ana Paula.
Tendo viajado pelo mundo todo, ele aprendeu a valorizar o aprendizado de idiomas como forma de vivenciar novas e maravilhosas culturas. Ele ama sua nova vida no Brasil e, atualmente, trabalha na EF Englishtown.

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